terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Zoom.

Girando e elevando as cores dos sete chakras
Fundindo eixo vertebral com raízes da mãe Terra
Sacraliza-se o sangue com as águas que correm
Consciência cósmica a nova era gera
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Tem xamã marchando a valsa dos índios
Tem passaro cantando ao som do pajé

Tem fogueira no centro do circulo infinito

Tem quem cante, quem dance e quem fique de pé

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E dança da mata, dos seres de luz,

Insetos cromáticos florescendo a esfera,

Expande espiral que a cura conduz

O amor divino que brilha na terra

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Serpente entrelaça nos galhos quebrados

Transformando as escamas da transmutação

Ascende luz negra, luz clara violeta

Radiando a profunda e intocável escuridão

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Tem Juramidam e o hino de Irineu

Tem beija-flor pousando no Igarapé

Tem samambaia guardando caboclo
Tem mãe d´agua odoia transbordando a maré
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Maracá, calimba e tambor invocam a força
O sândalo vaza nas vias do ar

Purificando a órbita desta pajelança

Com a falange e o mantra chamando o luar
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Intuitiva visão das cores indígenas espaciais

Miração tribal caleidoscópica

Transmitindo a policromia dos ancestrais

Para a sagrada íris intertelescópica.

Guilherme Radonni.













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